Mapa vivo da cidade · SAR (radar de abertura sintética)
Forma imagem do terreno por radar, dia e noite, com ou sem nuvem. A cada passagem compara com a anterior e mostra o que mudou, até sob lona.
SEGURANÇA PÚBLICA
Phoenix
Um radar a bordo de uma aeronave remotamente pilotada, a 2 km sobre a área da operação, dia e noite, avisa o centro de comando do que mudou no terreno e do que está se movendo. A câmera confirma. O centro de comando decide.
Conceito de operação, arquitetura de processamento e a simulação comentada, com o time de engenharia.
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SIMULAÇÃO · CONCEITO DE OPERAÇÃOForma imagem do terreno por radar, dia e noite, com ou sem nuvem. A cada passagem compara com a anterior e mostra o que mudou, até sob lona.
Detecta e acompanha o que se move no solo, independentemente de luz e clima, e distingue pedestre de veículo pelo padrão de movimento.
O alerta chega com a posição no mapa, já priorizado. Câmeras são apontadas para o alvo e as equipes em campo recebem a orientação. O radar entrega o onde; a câmera confirma o quê; a decisão é do centro de comando.
O radar entrega o onde, já priorizado; a câmera confirma o quê; a decisão é do centro de comando.
Um satélite radar passa em minutos e volta horas depois. O Phoenix permanece sobre a área da operação, com revezamento de aeronaves, pelo tempo que a operação pedir, com a mesma física de imagem e de detecção de movimento, a custo de drone.
Limites
O radar não identifica pessoas: entrega posição, movimento e classe (pedestre ou veículo). Identificação, quando houver, acontece na câmera, por decisão do centro de comando e dentro da lei. O radar não detecta armas, não atravessa metal e não vê o subsolo.
Conceito de operação, arquitetura de processamento e a simulação comentada, com o time de engenharia.